Vibrart

Cores intensas e movimentos orgânicos traduzem energia, expressão e presença. Uma coleção vibrante, contemporânea e cheia de personalidade visual.

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  • Do Quente ao Frio

    Medidas: 1.50 x 1.00 m
    Técnica: Acrílico sobre tela, com texturas orgânicas
    Acabamento: Semibrilho

    Descrição:
    “Do Quente ao Frio” nasceu do meu fascínio pelos contrastes, por esse encontro entre forças diferentes que, em vez de se anularem, se revelam.

    Os tons quentes avançam com presença, quase pulsando, carregando intensidade, energia e movimento. Já as nuances frias se expandem de forma mais silenciosa, criando respiro, profundidade e permanência. São naturezas distintas, mas que se reconhecem e se acolhem dentro da mesma paisagem.

    Enquanto construía essa obra, fui percebendo esse diálogo acontecendo diante de mim, como se cada cor encontrasse seu lugar não pela imposição, mas pela escuta. Entre esses dois extremos, nasce um espaço de equilíbrio: um ponto sutil onde tudo se harmoniza, onde o contraste deixa de ser conflito e passa a ser complemento.

    “Do Quente ao Frio” é sobre essa travessia: reconhecer as diferenças, permitir o diálogo e confiar que, no meio, sempre existe um lugar de equilíbrio.

  • Fluxo

    Medidas: 1.50 x 1.00 m
    Técnica: Acrílico sobre tela, com texturas orgânicas
    Acabamento: Semibrilho

    Descrição:
    “A obra ”Fluxo” nasceu da minha percepção de que tudo está em movimento, mesmo aquilo que, à primeira vista, parece quieto.

    As cores se revelam como correntes invisíveis que se encontram, se atravessam e se transformam continuamente. O azul surge como um mergulho profundo, sereno, quase silencioso, trazendo essa sensação de vastidão e respiro. Já o vermelho pulsa com intensidade, como um sopro de energia viva, presença que aquece e desperta.

    Entre esses dois campos, sinto um ponto de convergência. Um centro sutil onde tudo se reorganiza, como se as forças se escutassem antes de seguir adiante. Não há ruptura, há transição. Não há conflito, há diálogo.

    “Fluxo” é esse lembrete silencioso: mesmo nos contrastes mais intensos, existe harmonia. Basta permitir que o movimento aconteça.